SÃO PAULO - O técnico Muricy Ramalho considerou natural o empate do Palmeiras diante do Grêmio no Palestra Itália, por 1 a 1, pela 17.ª rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado na noite de quinta-feira deixou o clube na liderança, com 35 pontos.O Palmeiras marcou com Cleiton Xavier, aos 29 minutos do primeiro tempo, mas levou o empate dois minutos depois com Maxi Lopez. "Foi uma desatenção e o Grêmio chegou ao gol", analisa o treinador. "Mas o resultado foi bom, pois o time deles é bem forte também."
Pelo Brasileirão, o Palmeiras volta a campo no dia 12, próxima quarta-feira, para enfrentar o Atlético-MG no Mineirão. "Vamos ter alguns dias para recuperar os jogadores. A partir de agora só teremos jogos difíceis pela frente", completa Muricy.

Rogério Ceni só volta ao gol do São Paulo contra
o Sport ou Fluminence
O goleiro e capitão do São Paulo, Rogério Ceni, terá de esperar mais um pouco para disputar uma partida oficial. Após disputar um jogo-treino na última quinta-feira, contra uma equipe das categorias de base, o jogador ainda não se sentiu 100% confiante para retornar aos gramados. Por isso, ficará trabalhando forte nos próximos dias para retornar no dia 16, contra o Spot , na Ilha do Retiro, ou no dia 19, contra o Fluminense , no Morumbi.O médico José Sanchez deixou claro na manhã desta sexta-feira que o fato da volta não acontecer neste domingo, contra o Goiás, significa que algo está fora do esperado.
- O departamento médico nunca falou que ele voltaria no domingo. Ele precisa se readaptar ao gesto esportivo, já que ficou 90 dias sem pegar na bola. O tornozelo dele está perfeito, a fratura está consolidada. Ele disse a vocês que se sentiu mais ou menos após o jogo. Ele não vai voltar mais ou menos e sim quando estiver bem – disse o médico.
Sanchez ressaltou que o camisa 1 passou por um pequeno procedimento na última semana para tirar um dos parafusos colocados na cirurgia realizada no dia 16 de abril. Ela era responsável por evitar movimentos até que a fratura estivesse consolidada.
- Quando a fratura estabilizou, esse parafuso passou a não ter mais função. Por isso, existe a opção de retirá-lo ou não. Como está tudo consolidado, o Renê (Abdalla) optou por tirar. Isso é uma conduta de rotina, durou dez minutos. Foi um corte bem superficial para tirar o parafuso, tanto que ele treinou no dia seguinte. Não foi uma nova cirurgia – explicou.
O maior temor do departamento médico não é que Ceni sinta novamente o tornozelo e sim, sofra uma contusão muscular.
- Quando dói o tornozelo, por exemplo, você diminui o ritmo. Lesão muscular não. Não existe um aviso, o músculo simplesmente rompe. Isso seria o pior que poderia acontecer, uma verdadeira catástrofe. Se isso acontecesse, seriam mais quatro semanas no departamento médico e ninguém quer que isso aconteça. Por isso, ele só vai retornar quando estiver 100% recuperado – concluiu Sanchez.











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